sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Conto A zebrinha preocupada

    
http://pt.slideshare.net/adriana.25/a-zebrinha-preocupada

JUSTIFICATIVA:
Este trabalho vem mostrar que o objetivo de educar se baseia em valores significa levar o aluno a refletir sobre sua própria conduta e a dos outros. Valores estes que precisam ser estimulados tais como: diálogo, justiça, respeito mútuo, amizade, solidariedade, tolerância: que os fará agir em prol do outro e em prol do bem comum. Neste trabalho busca-se desenvolver competência nas crianças, mostrando-lhes como é possível serem verdadeiros amigos, como aceitar e respeitar as diferenças do outro, como lidar com as adversidades de sentimentos. Por tanto se faz necessário que a escola e a família busquem e promovam um ambiente de aprendizagem constante para o educando, visando suas necessidades e seu total desenvolvimento.


OBJETIVO GERAL:
O projeto “A Zebrinha Preocupada” tem como objetivo enriquecer a leitura/escrita durante o processo de alfabetização, bem como, melhorar a socialização valorizando as diferenças físicas e pessoais, estimulando o crescimento do aluno, regatando valores e o fortalecimento da auto-estima e a inclusão.


LEITURA DO LIVRO
APRESENTAÇÃO DO LIVRO  -A ZEBRINHA PREOCUPADA 



ERA UMA VEZ UMA ZEBRINHA LISTRADA QUE VIVIA MUITO PREOCUPADA EM UMA SAVANA.
COMO TODAS AS OUTRAS ZEBRAS QUE VIVIAM POR LÁ, ESTA ZEBRINHA TAMBÉM TINHA LISTRAS PRETAS E LISTRAS BRANCAS QUE PARECIAM UM BELO PIJAMA.
SE NÃO FOSSE POR UM PEQUENO DETALHE, A ZEBRINHA NÃO TERIA NEM UM PROBLEMA: SUAS LISTRAS ERAM DEITADAS.
A ZEBRINHA FICAVA MUITO CHATEADA.
POR ONDE PASSAVA TODO MUNDO COMENTAVA:
- LÁ VAI ELA, A ZEBRA DE LISTRAS DEITADAS!
A ZEBRINHA FICAVA TÃO TRISTE QUE CHORAVA.
ATÉ QUE UM DIA A ZEBRINHA, NO MEIO DE UM PASSEIO CONHECEU UMA GIRAFA MUITO ESTRANHA.
COMO TODAS AS OUTRAS GIRAFAS QUE VIVIAM POR LÁ, ESTA TAMBÉM ERA AMARELA COM PINTAS MARRONS.
SE NÃO FOSSE UM PEQUENO DETALHE, A GIRAFA NÃO SERIA ESTRANHA: SUAS PINTAS ERAM QUADRADAS.
CONVERSA VAI, CONVERSA VEM, E A ZEBRINHA DISSE PARA A AMIGA NOVA O QUE A INCOMODAVA:
- SÃO TODAS ESTAS LISTRAS DEITADAS!!!
- TREMENDA BESTEIRA! TREMENDA BOBAGEM! – RESPONDEU A GIRAFA. – EU GOSTO MUITO DE SER QUADRICULADA!
- ORA BOLAS! QUER SABER DE UMA COISA? CANSEI DE ANDAR ESTRESSADA. É ISSO MESMO, GRANDE AMIGA GIRAFA! EM PÉ OU DEITADA, A POSIÇÃO DA LISTRA NÃO É O QUE REALMENTE INTERESSA!
- ENTÃO, ZEBRINHA, VAMOS ACABAR LOGO COM ESTA HISTÓRIA E VAMOS BRINCAR DEPRESSA! E ASSIM A ZEBRINHA NUNCA MAIS VIVEU PREOCUPADA!
ERA UMA VEZ UMA ZEBRINHA LISTRADA QUE VIVIA MUITO PREOCUPADA EM UMA SAVANA.
COMO TODAS AS OUTRAS ZEBRAS QUE VIVIAM POR LÁ, ESTA ZEBRINHA TAMBÉM TINHA LISTRAS PRETAS E LISTRAS BRANCAS QUE PARECIAM UM BELO PIJAMA.
SE NÃO FOSSE POR UM PEQUENO DETALHE, A ZEBRINHA NÃO TERIA NEM UM PROBLEMA: SUAS LISTRAS ERAM DEITADAS.
A ZEBRINHA FICAVA MUITO CHATEADA.
POR ONDE PASSAVA TODO MUNDO COMENTAVA:
- LÁ VAI ELA, A ZEBRA DE LISTRAS DEITADAS!
A ZEBRINHA FICAVA TÃO TRISTE QUE CHORAVA.
ATÉ QUE UM DIA A ZEBRINHA, NO MEIO DE UM PASSEIO CONHECEU UMA GIRAFA MUITO ESTRANHA.
COMO TODAS AS OUTRAS GIRAFAS QUE VIVIAM POR LÁ, ESTA TAMBÉM ERA AMARELA COM PINTAS MARRONS.
SE NÃO FOSSE UM PEQUENO DETALHE, A GIRAFA NÃO SERIA ESTRANHA: SUAS PINTAS ERAM QUADRADAS.
CONVERSA VAI, CONVERSA VEM, E A ZEBRINHA DISSE PARA A AMIGA NOVA O QUE A INCOMODAVA:
- SÃO TODAS ESTAS LISTRAS DEITADAS!!!
- TREMENDA BESTEIRA! TREMENDA BOBAGEM! – RESPONDEU A GIRAFA. – EU GOSTO MUITO DE SER QUADRICULADA!
- ORA BOLAS! QUER SABER DE UMA COISA? CANSEI DE ANDAR ESTRESSADA. É ISSO MESMO, GRANDE AMIGA GIRAFA! EM PÉ OU DEITADA, A POSIÇÃO DA LISTRA NÃO É O QUE REALMENTE INTERESSA!
- ENTÃO, ZEBRINHA, VAMOS ACABAR LOGO COM ESTA HISTÓRIA E VAMOS BRINCAR DEPRESSA! E ASSIM A ZEBRINHA NUNCA MAIS VIVEU PREOCUPADA!


 Oralidade:
Após a leitura do texto a compreensão oral através de questionamentos tais como:

• Onde vivia a zebrinha listrada?
• A zebrinha vivia preocupada? Com o quê?
• Como eram suas listrinhas?
• Eram iguais às outras zebras?
• E nós, somos todos iguais? Em que somos diferentes?
• Como a zebrinha ficava quando os outros falavam dela?
• Você acha certo sair falando da aparência das pessoas? Por quê?
• Como a zebrinha conheceu a girafa?
• Onde as duas viviam?
• Em que a girafa se parecia com as outras girafas? E que elas se diferenciavam?
• A girafa e a zebrinha conversaram bastante. A que conclusão elas chegaram?
• A história teve um final legal? Por quê?
• Na história os personagens principais, embora sendo animais, realizam uma ação própria do ser humano. Que ação é essa?
• No final da história, é apresentado um ensinamento, uma lição que também pode ser chamada de moral. Que ensinamento é esse?
• Podemos dizer que a história da zebrinha é uma fábula? Por quê?
• As outras zebrinhas mesmo tendo suas listras no mesmo sentido, elas eram iguais umas das outras? Justifique.
• De que forma a girafa conseguiu ajudar a zebrinha?
• Em sua opinião, somente a aparência faz com que um ser seja diferente do outro?
• Se você fosse a zebrinha, como agiria se seus amigos ficassem rindo de você?
• Você já se sentiu diferente dos outros em algum momento? Explique.




Após ,  uma técnica “para que vou dar”  uma girafa de EVA com um pirulito. Um aluno pega um pirulito e escolhe um colega para dar, quem recebe dá um abraço, retira outro pirulito e dá a outro colega. Assim sucessivamente...

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Hora do conto: Orelha de limão

Orelha de Limão
 Uma graciosa história que trata questões relacionadas à diferenças, apelidos pejorativos e  preconceitos.
Mas, porque de limão...






Era uma vez uma pequena ovelha, igual a todas as outras. Só uma coisinha nela era diferente: uma de suas orelhas era amarelo-limão. E quando ela encontrava, seus vizinhos a cabra e o porco, sempre acontecia a mesma coisa:
                      -  Olá, orelha de limão, hoje de novo azeda? _ berrava a cabra.
                     _ Olá, orelha de queijo, hoje de novo fedida? _ grunhia o porco.
                     _ Olá, orelha de estrela, hoje de novo triste? _ perguntou o velho carneiro.
                     _ Não dê  importância ao que eles dizem!


Mas a pequena ovelha chorou: _ Com esta orelha tudo dá errado!
E era assim mesmo.
Quando a pequena ovelha estava com fome, a cabra pegava os melhores capins na sua frente.
Quando a pequena ovelha estava com sede, o porco bebia a água da gamela na sua frente.
Quando a pequena ovelha achava um lugar bem gostoso, num outro dia uma outra ovelha já havia ocupado o seu lugar.
A pequena ovelha ficava desesperada e achava que a culpa era da orelha amarela!
_Se eu cortar a orelha amarela, talvez cresça uma orelha branca _ disse a ovelha ao velho carneiro. _ Aí, não vou ter mais problema algum.
_Bobagem! _ respondeu o velho carneiro. _ Eu tenho uma ideia melhor: está vendo aquele balde com tinta branca? Eu vou pintar a sua orelha de branco. Muito simples!
A pequena ovelha ficou entusiasmada: _ boa ideia!

O carneiro foi buscar um pincel. E a pequena ovelha fechou os olhos, para a tinta não respingar neles.
_Agora está branca? _ perguntou depois de um tempo.
_ Branca como a neve _ confirmou o velho carneiro.

De repente, a ovelha ficou com muita fome. Abriu os olhos e olhou em volta. O que era aquilo? Como apareceram tantas flores e capins suculentos? Cresceram bem na frente do seu nariz.

Depois, sentiu uma sede terrível. Correu para a gamela e não foi empurrada pelo porco. A água estava saborosa, fresca e limpa! Parecia limonada.
"Com orelha branca tudo fica melhor", pensou a pequena ovelha, passeando pelo pasto em direção ao seu lugar predileto. Lá, a cabra já estava deitada e dormindo.
"Ah, tanto faz", pensou a pequena ovelha. "Aquele outro cantinho é ainda mais bonito. A orelha branca só está me dando sorte!"

Depois de um tempo, começou a chover.
_ Que tempo feio _ a cabra resmungou e saiu pulando.
_ Quando parar de chover o capim estará mais gostoso ainda _ a ovelha alegrou-se e continuou passeando pelo pasto até encontrar o porco.
_Bobagem! _ disse  o porco, _ olhe-se nesta poça.
A ovelha se debruçou, tremendo de medo, sobre a poça.
Amarela! Realmente, era verdade! A pequena ovelha chorou amargamente e chamou o velho carneiro.
_ A chuva lavou a tinta branca da minha orelha. Você poderia pintá-la outra vez? Com a orelha branca tudo fica melhor, muito melhor!
_ Eu preciso lhe confessar que a sua orelha nunca foi pintada de branco _ disse o velho carneiro. _No pincel não havia tinta, só água. Sua orelha esteve amarela como sempre. Mas, apesar disso , tido foi diferente pra você, não foi?
A pequena ovelha ficou contrariada. Estava um pouquinho brava com o velho carneiro. Enganá-la desse jeito...
_ A minha orelha esteve o tempo todo amarela? _ perguntou.
_ O tempo todo _ confirmou o velho carneiro.

No dia seguinte, a pequena ovelha encontrou  a cabra e o porco.
_ Olá, orelha de limão, hoje de novo azeda? _ berrava a cabra.
_ Olá, orelha de queijo, hoje de novo fedida? _ grunhia o porco.
A pequena ovelha olhou demoradamente para os dois.
_ A partir de hoje, por favor, digam: Olá, orelha de estrela!
Está entendido?

E, quando caiu a noite, todos acharam que aquela era, de fato, um belo nome para a ovelha da orelha que brilhava!

domingo, 24 de agosto de 2014

Hora do conto Orelha de limão

Ilustrada por Angela von Roeh
Editora Binque-Book

Sinopse:

"Era uma vez uma pequena ovelha, igual a todas as outras. Só uma coisinha nela era diferente: uma de suas orelhas era amarelo-limão." Mas quanta diferença! Por conta desse pequeno detalhe, uma orelha amarelo-limão, nada dava certo para a ovelha e ela sofria muito. Em Orelha de Limão, a autora fala das diferenças: muitas vezes pequenos detalhes que nos fazem sofrer geram grandes transtornos.





Hora do conto Maria vai com as outras

História “Maria vai com as outras” (Sylvia Orthof)

Era uma vez uma ovelha chamada Maria.
Onde as outras ovelhas iam, Maria ia também.
As ovelhas iam pra baixo, Maria ia pra baixo.
As ovelhas iam pra cima, Maria ia pra cima.
Um dia, todas as ovelhas foram para o Pólo Sul. Maria foi também.
Ai, que lugar frio! As ovelhas pegaram uma gripe!!!
Maria pegou gripe também. Atchim!
Maria ia sempre com as outras.
Depois todas as ovelhas foram para o deserto. Maria foi também.
Ai, que lugar quente! As ovelhas tiveram insolação.
Maria teve insolação também. Uf! Uf!
Maria ia sempre com as outras.
Um dia, todas as ovelhas resolveram comer salada de jiló.
Maria detestava jiló. Mas, como todas as ovelhas comiam jiló,
Maria comia também. Que horror!
Foi quando, de repente, Maria pensou:
“Se eu não gosto de jiló, por que é que eu tenho que comer salada de jiló?”
Maria pensou, suspirou, mas continuou fazendo o que as outras faziam.
Até que as ovelhas resolveram pular do alto do Corcovado pra dentro da lagoa. Todas as ovelhas pularam.
Pulava uma ovelha, não caía na lagoa, caía na pedra, quebrava o pé e chorava: mé!
Pulava outra ovelha, não caía na lagoa, caía na pedra, quebrava o pé e chorava: me!
E assim quarenta e duas ovelhas pularam, quebraram o pé, chorando: me, me, me!
Chegou a vez de Maria pular. Ela deu uma requebrada, entrou num restaurante e comeu uma feijoada.
Agora, mé, Maria vai para onde caminha o seu pé!

Questões para o Evangelizador:
- Todos têm a capacidade de escolher o que é melhor para nós?
- Existem pessoas como a Maria?
- Escolher é fácil ou difícil?


Livro trabalhado: “Maria Vai Com as Outras” de Sylvia Orthoff.

Justificativa
Trabalhar com a história 'Maria Vai Com as Outras', o que possibilitará mostrar para as crianças que cada um tem a sua própria identidade, a sua opinião e que não podemos fazer as coisas que os outros fazem sem pensar/questionar se isso é bom para a gente ou não.

Objetivos gerais
- Despertar nos alunos o gosto pela literatura.
- Estimular a criatividade e o imaginário.
- Refletir sobre a identidade (Quem sou eu?)

Saco de pipoca com rosto de ovelha
Para fazer uma ovelhinha porta pipoca você vai precisar:
  • Uma sacola plástica transparente
  • Uma cabecinha  com EVA ou tampinha pintada, papelão...) 
  • Fita para o lacinho 
  • Pipoca
  • e detalhes  em  EVA.

Projeto O reino das borboletas brancas

Hora do conto


“O reino das borboletas brancas” 
(Marli Assunção Gomes Pereira – Ed. Paulus)

  Nas viagens que fiz pelo mundo das fantasias, visitei um reino muito interessante: O Reino das Borboletas Brancas!
         Lá tudo era branco, e o que não era, ficava num cantinho esquecido.
         As graciosas borboletas só beijavam a flores brancas que, orgulhosamente, tremulavam à brisa fresca.

         Um dia, nasceu no reino uma linda borboletinha que, por sua candura e mimo, chamou a atenção de todos. Até sua majestade, a rainha, foi vê-la.
         A linda borboleta ia crescendo muito saudável, alva, sempre cercada de brancos carinhos. Ao dar seu primeiro passeio, ela se deslumbrou com o esvoaçar das borboletas por sobre as flores, porém, apenas sobre as brancas.
        Percebeu a tristeza das outras...
        --- Oh! Como são lindas, diferentes!
        Curiosa, se perguntava:
        --- Por que as borboletas só beijam as flores brancas? Por que as coloridas estão plantadas em cantos tão distantes e reservados? Será que minhas irmãs não percebem a beleza dessas flores?
        No caminho de volta, reparou em uma flor azul.
        --- Que esplendor! Que pétalas! Que perfume!
         Ah! Ela não resistiria. As outras que beijassem as brancas. Pousou na flor e nela depositou um terno beijo.
         Que surpresa! A flor, que nunca havia sido beijada, ao contato de sua boquinha, ficou ainda mais bela. 
         Em sinal de agradecimento, a flor deixou rolar de uma de suas pétalas uma gotinha ainda fresca de orvalho para as asas de sua gentil admiradora. A gotinha se espalhou e tingiu as asas da borboleta de um azul muito delicado. 
 O susto foi geral!
         --- De onde surgiu essa borboleta azul?
         --- Como entrou aqui? Quem permitiu?
         Foi difícil esclarecer.
        Seus pais repreenderam-na, mas gostaram da nova cor.
 Logo, outras borboletinhas, encantadas com a cor da amiguinha seguiram seu exemplo. Começaram a beijar flores amarelas, rosas, vermelhas. E ganhavam também gotinhas de orvalho e se tornavam amarelas, rosas, vermelhas...
         Havia, ainda, a que beijavam flores diversas e se tornavam multicoloridas, de um tom delicado, transparente.
         Que alvoroço! O que estava acontecendo? Precisavam informar as ministras do reino, que, por sua vez, informariam a rainha.
         --- Majestade, venha ver! O reino das borboletas brancas está desaparecendo! Precisamos tomar sérias providências.
         A rainha saiu às ruas e, boquiaberta, olhava suas pequenas súditas num bailado alegre e colorido pelo ar. Nunca vira nada tão belo!
         As ministras esbravejavam e exigiam providências. As borboletas coloridas caprichavam no bailado. Alternavam-se, ora azuis, amarelas, rosas, vermelhas, multicolores, fazendo reverência à rainha.
         Não me lembro quanto tempo durou o espetáculo, mas, quando parti, o reino já não tinha o mesmo nome.
         Agora se chamava “O Reino das Borboletas coloridas”. 


Recurso para contar a história:







Atividades que podem ser realizadas com as crianças:
  • Reconhecer as cores;
  • Reprodução da história com tinta em um painel de papel pardo (tendo em vista que as crianças precisam de muito espaço para criar e explorar o material)
  • Confecção de móbiles;
  • Dedoches de borboleta;
  • Dramatização da história, sendo que cada aluno interpreta um personagem da história - borboleta, flor, passarinho, árvore. Sugere-se também a criação de novos personagens;
  • Passeio pelo pátio da escola para observar as cores que existem nele;
  • Reprodução com tinta, giz de cera, etc., do que foi visto no passeio;
  • Produção textual coletiva descrevendo o passeio.




Projeto O patinho feio



Turma: 1° ano


JUSTIFICATIVA

O trabalho com contos clássicos torna a aula mais atrativa, dinâmica e mais próxima da realidade dos alunos. Valoriza a língua como veículo de comunicação e expressão das pessoas e dos povos, abrangendo o desenvolvimento da linguagem, da leitura e da escrita.
OBJETIVOS:

Recuperar as histórias da primeira infância; Preparar a criança para a aprendizagem da leitura e da escrita, de  maneira lúdica e criativa; Trabalhar com a narração, com o corpo e a gesticulação, entonação e preparação do espaço a ser utilizado pelas crianças, ampliando os vários sentidos  da narrativa; Garantir ainda uma relação mais afetiva entre  professora e alunos e facilitar uma melhor integração no  ambiente escolar; Refletir sobre os princípios éticos, morais e culturais apresentados no vídeo, interligando-os com a  realidade atual, desenvolvendo a habilidade da argumentação;Produzir textos diversos coletivamente (narrativos, descritivos, bilhete, receitas, anúncios,); Explorar a linguagem oral e escrita.

MATERIAL 
- CD da história O Patinho feio
- CD da música O Pato
- VídeoTelevisão e DVD; Diversos (sulfite, lápis de cor, 
 giz de cera, cartolina,...).
- Sucatas diversas para confecção de fantoches
DESENVOLVIMENTO
- Apresentação do livro: capa, material, título, editora, ilustrações.
- Ler a história toda e mostrar as figuras;
- Apresentar a turma um patinho, onde os alunos levarão para casa, e registrarão como foi o dia com o patinho.
- Cuidar e observar o patinho diariamente na sala de aula dar um nome ao patinho
Ouvir o CD;
- Interpretação oral: os alunos contam a história, identifica os personagens, o tempo, o espaço que acontece a história (Onde? Quando?);
- Contar diferentes obras de diversos autores fazendo a comparação.
- Ouvir outras histórias como; O Pato medroso;
- Assistir o filme: O Patinho feio e fazer a comparação
com a história;
- Dramatização e teatro;
- Atividades orais e/ou escritas tais como:
- Escrita de palavras com letras móvel
- Caça-personagens
- Cruzadinha
- Seqüência com tarjas (música)
- Reescrita coletiva do texto
- Frases enigmáticas;
- Cantar a música O Pato de Vinícius de Maraes e Toquinho;
- Confecção de um livro;

TEMAS TRANSVERSAIS 
Ética: Diálogo, respeito mútuo, responsabilidade,  cooperação, organização, solidariedade. Trabalho 
coletivo, compartilhar descobertas. Pluralidade Cultural: Educação – Diferentes formas de transmissão de conhecimento: práticas educativas e educadores nas diferentes culturas; Cidadania: Direitos e deveres individuais e coletivos.  Literatura e tradição: línguas, dialetos, variantes e variação lingüística. HISTÓRIA GEOGRAFIA, CIÊNCIAS
ATIVIDADES: (DIRIGIDAS, ILUSTRADAS E/OU ORALMENTE).

TEMA: FAMÍLIA, CASA, ANIMAIS, ALIMENTOS, ZONA RURAL E URBANA,...

AVALIAÇÃO: 
Os alunos serão avaliados no desempenho das habilidades e competências utilizadas nas atividades escritas e orais.

O Patinho Feio e o valor do respeito
Um artigo do Gabriel Chalita para refletirmos sobre o valor do respeito ao ser humano. O texto é baseado na história do Patinho Feio.

O Patinho Feio e o valor do respeito

Quem não conhece a história do Patinho Feio? Quem nunca sofreu ou ao menos se comoveu com sua trajetória de sofrimento apenas por ser considerado feio e estranho aos seus?

A riqueza da história de Hans Christian Andersen reside na capacidade de nos tocar profundamente, de despertar em nos o sentimento de amor ao próximo, de solidariedade e de respeito as diferenças. Na história, como na vida real, o preconceito de cor, gênero, credo ou  classe social, prescinde de lógica e de racionalidade para se estabelecer.

Não há alegação plausível, nem por parte dos intolerantes, a capacidade de refletir sobre a importância do outro como peça fundamental no jogo  social. Um jogo que necessita das relações de troca, de amizade e de aprendizado que vem da convivência pacífica entre todos, independentemente da origem ou da história de cada um.

Seja em casa ou na escola, temos o dever de orientar nossas crianças para a aceitação do outro, para a compreensão de que condutas preconceituosas só colaboram para a degradação das relações e da sociedade como um todo. A mensagem de Andersen é clara: a despeito das experiências dolorosas, temos de continuar acreditando em nós mesmos e também nos outros, mesmo que, a princípio, pareçam tão diferentes. Temos de acordar para o fato de que todos podemos ser como cisnes belíssimos, prontos para aproveitar a primavera e para viver uma vidapacífica e digna. A responsabilidade é nossa.

Diz Gabriel Chalita: Devemos estar conscientes da importância de nosso papel de amparar, reerguer, reavivar os sentimentos, valores e atitudes que poderão renovar a confiança em dias melhores. Que essa consciência seja uma realidade e um estímulo a vocês, companheiros de jornada, colegas de cena neste teatro fabuloso que é a escola da vida.

(Fonte: Revista Profissão Mestre)

http://www.ensinar-aprender.com.br/2014/03/projeto-o-patinho-feio.html

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Sugestões para hora do conto

 Maria Vai com as Outras Sylvia Orthof

A ovelha Maria era mesmo uma maria-vai-com-as-outras. Até o dia em que descobriu que cada um pode ter o seu próprio caminho, basta querer.




 O patinho feio
Conto de Hans Christian Andersen
Certa vez. . . há muitos anos, num espaçoso terreiro, onde viviam diversas aves, dona patinha muito simpática estava chocando a sua ninhada. 
Um dia começaram a quebrar. . .crac! crac! Uma a um, os patinhos iam saindo. . . Mas, que pena! Ainda faltava um, que nem sequer havia picado o ovo.
Lá foi dona patinha, novamente para o choco.
E dona pata, voltou ao seu ninho. Que fazer, a espera de mais um filho, que custava pra nascer.
De repente, partiu-se o ovo. Mas que patinho feio!!!!  
Senhor pato, muito curioso, foi ver a sua ninhada! Que surpresa!
Mas aquele, não fazia parte de sua ninhada. Senhor pato, ficou muito bravo.
Numa manhã ensolarada, mamãe pata saiu com os filhotes para um passeio, quando ouviu outros patos gritarem:
- Mas como é feio aquele patinho!
E o patinho seguia sua mãe e irmãozinhos. Mas, pobre patinho, nem sua mãe e nem seus irmãozinhos queriam saber dele.
Desconsolado e triste, saiu a procura de alguém, que pudesse ser seu amigo.
Caminhando, encontra uma família de passarinhos e tentou fazer amigos, mas sua alegria durou pouco. Dona passarinha, não gostou do novo hóspede e enxotou-o do ninho.
Sozinho, triste, novamente sai nadando. O tempo ia passando.
Com a chegada do outono, as folhas das árvores começaram a ficar amareladas e foram caindo, espalhando-se pelo chão. Foi quando olhando para o céu, viu uma revoada de cisnes brancos.
- Que lindo e como voam!
Olhem só, mas que surpresa! O que está acontecendo! Não acreditando, foi olhar a sua imagem refletida no lago.
- Ora essa, que surpresa, eu sou um cisne também!
E nesse instante, feliz e levantando o lindo e belo pescoço, saiu nadando e cantando para junto de sua mãezinha.

 Orelha de Limão

Interessante para os seguintes temas: Bullying, Preconceito, Aparência física, Diversidade, Respeito as Diferenças, Autoestima, Autoaceitação,Autoconfiança

Orelha de limão, é  uma historinha sobre uma ovelhinha que nasceu diferente das outras: tem uma orelha cor de limão, muito linda, porém, para ela, só traz problemas, pois todos caçoam dela. 

O seu amigo porco, quando lhe vê, sempre fala: 

- Olá, orelha de queijo, hoje de novo fedida? 

E a cabra, também, caçoava: 

- Olá, orelha de limão, hoje de novo fedida? 

Então, o velho carneiro, um amigo dela, a ajuda  pintando a orelha; só que a orelha não fica pintada realmente, apenas molhada com água, e, mesmo assim, seu dia melhora, mesmo ela não estando com a orelha pintada. 

Então,  se desencadeia um série de pensamentos que a fazem perceber que a orelha só atrapalhava, porém era algo que tornava diferente e especial.

Depois de entender e aceitar sua orelha verde limão, ela acaba se batizando como orelha de estrela!



O REINO DAS BORBOLETAS BRANCAS

NO MUNDO DA FANTASIA EXISTE  UM REINO MUITO INTERESSANTE, “O REINO DAS BORBOLETAS BRANCAS”. UM REINO BONITO, CHEIO  DE  FLORES, ÁRVORES , RIACHO, NATUREZA.... TUDO  MUITO LINDO! MAS LÁ TUDO ERA MUITO BRANCO!!!!  E  O  QUE NÃO ERA  BRANCO, FICA   NUM   CANTINHO.
NINGUÉM LEMBRAVA DO VERMELHO, DO ROSA, DO AMARELO, DO LARANJA, DO AZUL... SÓ DO QUE ERA  BRANCO!!
LÁ NO REINO DAS BORBOLETAS BRANCAS, AS BORBOLETAS SÓ BEIJAVAM AS FLORES BRANCAS.
-HUMMMM! QUE DELÍCIA! QUE BELEZA! HUMMM!
UM DIA NASCEU UMA LINDA BORBOLETINHA. ELA APRENDEU A VOAR E CHAMOU A ATENÇÃO DE TODOS NO REINO.
- OLHA A BORBOLETINHA! QUE LINDA! TODA BRANQUINHA, BRANQUINHA!
AO DAR O PRIMEIRO PASSEIO  ELA SE ENCANTOU  COM AS OUTRAS BORBOLETAS.
- OH! COMO SÃO LINDAS! MAS ELAS SÓ VÃO BEIJAR AS FLORES BRANCAS!? SERÁ QUE ELAS NÃO PERCEBEM A BELEZA DO VERMELHO, A BELEZA DO ROSA, A BELEZA DO AMARELO, DO LARANJA E  O AZUUUULLLL COMO É LINDO!!!
- POR QUE SERÁ QUE ELAS SÓ BEIJAM AS FLORES BRANCAS?!
- NOSSA! ELAS SÃO TÃO DIFERENTES! HUMMMM! E TEM UM PERFUME DIFERENTE! E ESSA   AQUI!!  HUMMMM! E ESSA AZUL! HUMMM! SINTAM O PERFUME DA FLOR AZUL!!! HUMMMM! QUE CHEIRINHO  GOSTOSO!!!! NOSSA QUE PERFUME! EU NUNCA VI FLORES TÃO LINDAS!
E COMO  AS FLORES NUNCA TINHAM GANHADO BEIJINHOS DE NINGUÉM, ELA SOLTARAM  UM PERFUME TÃO BOM  E UMAS GOTINHAS DE ORVALHO. AS GOTINHAS  DE ORVALHO FORAM ESCORREGANDO , ESCORREGANDO, ESCORREGANDO  NA BORBOLETINHA, AGRADECENDO OS BEIJINHOS E O CARINHO  .
- NOSSA ! ERA  O BEIJINHO MAIS GOSTOSO DAS FLORZINHAS!
SABEM O QUE ACONTECEU?!
 -  OOOOOOHHHH!  - BORBOLETINHA  FICOU ”AZUL”.
- NOSSA COMO EU ESTOU LINDA!!  - FALOU A BORBOLETINHA.
QUANDO A BORBOLETINHA VOLTOU PARA CASA AS OUTRAS BORBOLETAS VIRAM ELA NA COR AZUL, FALARAM:
- NOSSA! UMA BORBOLETA AZUL! – AS BORBOLETAS FALARAM .
ACHARAM ELA BONITA E PERGUNTARAM COMO ELA FICOU ASSIM. A BORBOLETINHA  FALOU QUE BEIJOU AS FLORES  AZUIS E AS COLORIDAS.
ENTÃO AS BORBOLETAS  BRANCAS TAMBÉM  FORAM CONHECER OUTRAS FLORES E ASSIM FORAM FICANDO COLORIDAS. LINDAS  COM PINTINHAS   LARANJAS, VERMELHAS....E FORAM NASCENDO OUTRAS  BORBOLETAS COM PINTINHAS COLORIDAS.
O REINO DAS BORBOLETAS BRANCAS AGORA ESTA MAIS COLORIDO E AS BORBOLETAS MAIS FELIZES. AGORA É O “ REINO DAS BORBOLETAS COLORIDAS!”


Autora: MARLI ASSUNÇÃO GOMES PEREIRA
Editora: Paulinas

Coleção : Fazendo   historia
 

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