sábado, 29 de setembro de 2012

Gelatina!! Faz um desse?


sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Sugestão para conto: "A florzinha Mariana"


A FLORZINHA MARIANA

                                                                 Timóteo B. da Silva Luz



1.    MARIANA ERA UMA FLOR BEM PEQUENA. VIVIA NUM IMENSO PARQUE RODEADA DE MUITAS COISAS BELAS. VISITANTES DE LONGE, PARA CONHECER E APRECIAR AQUELE LINDO LUGAR. A CADA MANHÃ, QUANDO O SOL SURGIA, E OS PORTÕES DO PARQUE SE ABRIAM, MARIANA BANHAVA-SE COM AS GOTAS DO ORVALHO,  SUAS PÉTALAS E, COLOCANDO-SE NA POSIÇÃO MAIS GARBOSA POSSÍVEL, ESPERAVA ANSIOSAMENTE QUE MUITAS PESSOAS VIESSEM ADMIRÁ-LA.


  1. MAS... QUE... TRISTEZA...OS PÉS DOS VISITANTES PASSAVAM BEM PERTO QUE QUASE AMASSAVAM E, SEM A NOTAREM, DIRIGIAM-SE PARA O LINDO E GRANDE JARDIM QUE SE ENCONTRAVA ATRÁS DELA. AH!...SE PUDESSE ESTAR NAQUELE LINDO JARDIM NO MEIO DAQUELAS GRANDES, COLORIDAS E ORGULHOSAS FLORES...

  1. NUMA MANHÃ, MARIANA ACORDOU COM UM GRANDE DESÂNIMO. CHEGOU MESMO A DESEJAR QUE UM DAQUELES  VISITANTES DO PARQUE,  A AMASSASSEM COM UM GRANDE PISÃO. DESTA VEZ, QUANDO AS PESSOAS PASSAVAM, AO INVÉS DE QUERER APARECER, MARIANA QUERIA SE ESCONDER, ESCONDER DE TODOS. ELA NÃO VALIA NADA. CERTAMENTE ERA  MUITO INFELIZ, TALVEZ NEM MERECESSE SER CHAMADA DE FLOR. FLORES ERAM AQUELAS DO JARDIM, AQUELAS SIM, ERAM ADMIRADAS POR TODOS. SERIA MUITO MELHOR QUE NASCESSE MUITO MATO NO REDOR, ASSIM ELA SUMIRIA DE UMA VEZ... MARIANA  ESTAVA TÃO PRESA AOS SEUS PENSAMENTOS QUE NEM PERCEBEU QUANDO UMA MENININHA SE APROXIMOU DELA.

4.    DEPOIS DE ENCOSTAR SEU NARIZINHO NA FLORZINHA, A MENINA CORREU EM DIREÇÃO AOS SEUS PAIS  GRITANDO:
- MAMÃE, MAMÃE, ACHEI! AQUELE PERFUME GOSTOSO QUE SENTIMOS  VEM DAQUELA FLORZINHA ALI. VENHA SENTIR MAMÃE. DE PERTO AINDA É MAIS GOSTOSO. MARIANA EXALTAVA. ESTAVA AGORA ATÉ ENVERGONHADA E, PROCUROU COLOCAR-SE DE MANEIRA MAIS ELEGANTE POSSÍVEL. QUANDO OS PAIS DA PEQUENA SE APROXIMARAM. QUE FELICIDADE PARA MARIANA. AGORA SENTIA-SE FINALMENTE REALIZADA.

Sugestão: montar florzinhas com   as balas de  jujuba com as crianças como lembrancinha do conto.


Para fazer a flor de jujuba é preciso comprar  jujubas coloridas ou da cor que preferir palitos para pirulitos ou palitos de madeira, embalagem plástica e fitilhos. Separe as cores que você quer utilizar como pétalas e as que você  deseja  colocar como miolo. Para começar a montar as flores é preciso espetar a primeira cor de jujuba  no palito ou palito para pirulito, em seguida colocar as demais cores que formarão as flores em volta, e envolver em um papel celofane, e fechar com fitilhos para que fique ainda mais bonita, e está pronta .

domingo, 16 de setembro de 2012

Sugestão para hora do conto com a história "Os três porquinhos" e sugestão de atividade: cofrinho de porquinho


Era uma vez, na época em que os animais falavam, três porquinhos que viviam felizes e despreocupados na casa da mãe.
A mãe era ótima, cozinhava, passava e fazia tudo pelos filhos. Porém, dois dos filhos não a ajudavam em nada e o terceiro sofria em ver sua mãe trabalhando sem parar.
Certo dia, a mãe chamou os porquinhos e disse:
__Queridos filhos, vocês já estão bem crescidos. Já é hora de  terem mais responsabilidades para isso, é bom morarem sozinhos.
A mãe então preparou um lanche reforçado para seus filhos e dividiu entre os três suas economias para que pudessem comprar material e construírem uma casa.
Estava um bonito dia, ensolarado e brilhante. A mãe porca despediu-se dos seus filhos:
__Cuidem-se! Sejam sempre unidos! - desejou a mãe.
Os três porquinhos, então, partiram pela floresta em busca de um bom lugar para construírem a casa. Porém, no caminho começaram a discordar com relação ao material que usariam para construir o novo lar.
Cada porquinho queria usar um material diferente.
O primeiro porquinho, um dos preguiçosos foi logo dizendo:
__ Não quero ter muito trabalho! Dá para construir uma boa casa com um monte de palha e ainda sobra dinheiro para comprar outras coisas.
O porquinho mais sábio advertiu:
__ Uma casa de palha não é nada segura.
O outro porquinho preguiçoso, o irmão do meio, também deu seu palpite:
__ Prefiro uma casa de madeira, é mais resistente e muito prática. Quero ter muito tempo para descansar e brincar.
__ Uma casa toda de madeira também não é segura - comentou o mais velho- Como você vai se proteger do frio? E se um lobo aparecer, como vai se proteger?
__ Eu nunca vi um lobo por essas bandas e, se fizer frio, acendo uma fogueira para me aquecer! - respondeu o irmão do meio- E você, o que pretende fazer, vai brincar conosco depois da construção da casa?

__Já que cada um vai fazer uma casa, eu farei uma casa de tijolos, que é resistente. Só quando acabar é que poderei brincar. – Respondeu o mais velho.
O porquinho mais velho, o trabalhador, pensava na segurança e no conforto do novo lar.
Os irmãos mais novos preocupavam-se em não gastar tempo trabalhando.
__Não vamos enfrentar nenhum perigo para ter a necessidade de construir uma casa resistente. - Disse um dos preguiçosos.
Cada porquinho escolheu um canto da floresta para construir as respectivas casas. Contudo, as casas seriam próximas.
O Porquinho da casa de palha, comprou a palha e em poucos minutos construiu sua morada. Já estava descansando quando o irmão do meio, que havia construído a casa de madeira chegou chamando-o para ir ver a sua casa.
Ainda era manhã quando os dois porquinhos se dirigiram para a casa do porquinho mais velho, que construía com tijolos sua morada.
__Nossa! Você ainda não acabou! Não está nem na metade! Nós agora vamos almoçar e depois brincar. – disse irônico, o porquinho do meio.
O porquinho mais velho porém não ligou para os comentários, nem par a as risadinhas, continuou a trabalhar, preparava o cimento e montava as paredes de tijolos. Após três dias de trabalho intenso, a casa de tijolos estava pronta, e era linda!
Os dias foram passando, até que um lobo percebeu que havia porquinhos morando naquela parte da floresta. O Lobo sentiu sua barriga roncar de fome, só pensava em comer os porquinhos.
Foi então bater na porta do porquinho mais novo, o da casa de palha. O porquinho antes de abrir a porta olhou pela janela e avistando o lobo começou a tremer de medo.
O Lobo bateu mais uma vez, o porquinho então, resolveu tentar intimidar o lobo:
__ Vá embora! Só abrirei a porta para o meu pai, o grande leão!- mentiu o porquinho cheio de medo.
__ Leão é? Não sabia que leão era pai de porquinho. Abra já essa porta. – Disse o lobo com um grito assustador.
O porquinho continuou quieto, tremendo de medo.
__Se você não abrir por bem, abrirei à força. Eu ou soprar, vou soprar muito forte e sua casa irá voar.
O porquinho ficou desesperado, mas continuou resistindo. Até que o lobo soprou um a vez e nada aconteceu, soprou novamente e da palha da casinha nada restou, a casa voou pelos ares. O porquinho desesperado correu em direção à casinha de madeira do seu irmão.
O lobo correu atrás.
Chagando lá, o irmão do meio estava sentado na varanda da casinha.
__Corre, corre entra dentro da casa! O lobo vem vindo! – gritou desesperado, correndo o porquinho mais novo.
Os dois porquinhos entraram bem a tempo na casa, o lobo chegou logo atrás batendo com força na porta.
Os porquinhos tremiam de medo. O lobo então bateu na porta dizendo:
__Porquinhos, deixem eu entrar só um pouquinho! __ De forma alguma Seu Lobo, vá embora e nos deixe em paz.- disseram os porquinhos.
__ Então eu vou soprar e soprar e farei a casinha voar. O lobo então furioso e esfomeado, encheu o peito de ar e soprou forte a casinha de madeira que não agüentou e caiu.
Os porquinhos aproveitaram a falta de fôlego do lobo e correram para a casinha do irmão mais velho.
Chegando lá pediram ajuda ao mesmo.
__Entrem, deixem esse lobo comigo!- disse confiante o porquinho mais velho.
Logo o lobo chegou e tornou a atormentá-los:
__ Porquinhos, porquinhos, deixem-me entrar, é só um pouquinho!
__Pode esperar sentado seu lobo mentiroso.- respondeu o porquinho mais velho.
__ Já que é assim, preparem-se para correr. Essa casa em poucos minutos irá voar! O lobo encheu seus pulmões de ar e soprou a casinha de tijolos que nada sofreu.
Soprou novamente mais forte e nada.
Resolveu então se jogar contra a casa na tentativa de derrubá-la. Mas nada abalava a sólida casa.
O lobo resolveu então voltar para a sua toca e descansar até o dia seguinte.
Os porquinhos assistiram a tudo pela janela do andar superior da casa. Os dois mais novos comemoraram quando perceberam que o lobo foi embora.
__ Calma , não comemorem ainda! Esse lobo é muito esperto, ele não desistirá antes de aprende ruma lição.- Advertiu o porquinho mais velho.
No dia seguinte bem cedo o lobo estava de volta à casa de tijolos. Disfarçado de vendedor de frutas.
__ Quem quer comprar frutas fresquinhas?- gritava o lobo se aproximando da casa de tijolos.
Os dois porquinhos mais novos ficaram com muita vontade de comer maçãs e iam abrir a porta quando o irmão mais velho entrou na frente deles e disse:-__ Nunca passou ninguém vendendo nada por aqui antes, não é suspeito que na manhã seguinte do aparecimento do lobo, surja um vendedor?
Os irmãos acreditaram que era realmente um vendedor, mas resolveram esperar mais um pouco.
O lobo disfarçado bateu novamente na porta e perguntou:
__ Frutas fresquinhas, quem vai querer?
Os porquinhos responderam:
__ Não, obrigado.
O lobo insistiu:
Tome peguem três sem pagar nada, é um presente.
__ Muito obrigado, mas não queremos, temos muitas frutas aqui.
O lobo furioso se revelou:
__ Abram logo, poupo um de vocês!
Os porquinhos nada responderam e ficaram aliviados por não terem caído na mentira do falso vendedor.
De repente ouviram um barulho no teto. O lobo havia encostado uma escada e estava subindo no telhado.
Imediatamente o porquinho mais velho aumentou o fogo da lareira, na qual cozinhavam uma sopa de legumes.
O lobo se jogou dentro da chaminé, na intenção de surpreender os porquinho entrando pela lareira. Foi quando ele caiu bem dentro do caldeirão de sopa fervendo.
___AUUUUUUU!- Uivou o lobo de dor, saiu correndo em disparada em direção à porta e nunca mais foi visto por aquelas terras.
Os três porquinhos, pois, decidiram morar juntos daquele dia em diante. Os mais novos concordaram que precisavam trabalhar além de descansar e brincar.
Pouco tempo depois, a mãe dos porquinhos não agüentando as saudades, foi morar com os filhos.
Todos viveram felizes e em harmonia na linda casinha de tijolos
.

Fantoche para recurso: 







Com esta sugestão além de 
ensinar a criançada a poupar e juntar uma graninha, estará ensinando  também reaproveitar materiais que certamente iriam para o lixo.

Para fazer o cofrinho:
·         caixa vazia
·         papel cartão para a carinha, orelha e focinho
·         olhos móveis grandes (outra sugestão é usar botões)
·         tubo de papel higiênico vazio




domingo, 9 de setembro de 2012

Sugestões para hora do conto: "A tartaruga e a lebre" , "Festa no céu", "Peixe Pixote" e " O peixinho Arco-íris"

 Tapete: O peixe Pixote













Atividade com sucata: Bilboque do  peixinho para os contos "O peixe Pixote "e "O peixinho Arco-íris"
Pixote vivia num lago sempre muito infeliz.
Ele não gostava do lago. Lá era tudo muito escuro, escuro que nem breu, e Pixote morria de medo do escuro.
Toda hora ele ia até a margem do lago. Botava a cabeça pra fora e achava tudo lindo.
Céu azul, grama, sol. Flores para todo lado. criança, gato, cachorro, e era tão colorido, tão alegre, tão claro!
Pixote queria morar na grama entre as árvores. Ele ficava um tempo na margem do lago, mas tinha de voltar pra água para respirar. Para não morrer.
Pixote começava a nadar de novo, no meio do lago. Era uma escuridão sem fim, uma feiúra sem fim, uma tristeza sem fim.
E a vida de Pixote era assim. Da água para margem e da margem para a água. Sempre sozinho, cheio de medo, infeliz da vida.
Um dia, Pixote estava nadando e olhando os outros peixes.
Eles brincavam, contentes nas águas claras do lago. De repente, Pixote pensou:
- Ué! Outros peixes? Águas claras? O que aconteceu?
- Será que vim parar em outro lago sem saber? perguntava Pixote.
E olhava para todo lado e via um monte de coisas novas, via pedras de todos os tamanhos, de todas as cores.
E plantas aquáticas, sapos, rãs.
Até sapatos velhos e brinquedos de crianças tinha lá!
E era tudo tão lindo! A água meio azulada, cheia de claros e escuros, cheia de brilhos. Uma beleza mesmo.
Pixote olhava e ria. Cadê a escuridão? Cadê o medo? Pixote estava era contente, feliz da vida.
De repente Pixote descobriu que tinha acontecido, e começou a rir.
- Eu sou mesmo um pateta! Ficava nadando pra lá e pra cá, morrendo de medo do escuro...

- Lógico! eu só nadava de olhos fechados!


 Tapete: O peixinho Arco-íris
...Era uma vez um peixinho que morava no oceano e era tão colorido e brilhante que lhe deram o nome de Arco-Íris. Um dia o peixinho azul veio nadar com ele, disse-lhe que o achava lindo e pediu-lhe um das suas escamas tão brilhantes. Mas este era tão vaidosos e invejoso que não lhe deu nenhuma. A partir daí nenhum peixe voltou a nadar e a olhar para ele. Ficou sózinho.
De que servia ser o peixe mais bonito do oceano, se ninguém olhava para ele. Foi pedir ajuda à estrela do mar que lhe disse para ir falar com o polvo da gruta...
....Octopus, aconselhou o Peixinho Arco-Íris a partilhar as suas escamas com os outros peixes, afinal ele tinha tantas... 
...E foi isso mesmo que o Peixinho Arco-Íris fez, chamou os outros peixinhos e deu a cada um, uma das suas escamas. E assim passou a ser um peixinho feliz, bonito e com muitos amigos no fundo do mar.



 Avental: Festa  no céu
 A FESTA NO CEU
DESCONHEÇO O AUTOR


Todas as aves estavam alvoroçadas e alegres, preparando-se para o grande acontecimento: uma festa no céu. A bicharada que não voava se mordia de inveja por não poder ir. Festa no céu era um acontecimento, com seus salões dourados, tapetes de nuvem e luz de estrelas. A Tartaruga chegou a tentar voar com umas asas de taquara e couro de onça que amarrou ao casco.

Mas quem foi esperto mesmo foi o Sapo. Dizia a todo mundo que iria à festa e os bichos de penas davam risadas, não acreditando. E ele, muito quietinho, sem dizer a ninguém como pretendia chegar ao céu sem saber voar.

Na última hora, quando as aves se preparavam para partir, o malandro meteu-se dentro da viola do Urubu e viajou de carona, sem que ninguém suspeitasse de nada. Quando as aves viram o Sapo na festa, ficaram admiradas, perguntando como ele tinha conseguido.

Ele só queria saber de comer, beber e ... infelizmente, de dançar. Além de comilão era desajeitado na dança e quebrou uma porção de coisas. Logo, as aves falavam em "despejá-lo" lá de cima. Despeja, não despeja, o Sapo não quis correr o risco e se escondeu até o fim da festa, quando entrou de novo na viola do Urubu. Mas como tinha comido demais ficou pesado e, no meio do caminho de volta, o Urubu descobriu seu passageiro clandestino e disse:

- Desta vez, compadre Sapo, você não escapa. Vou jogá-lo aqui de cima, para você aprender a não ser atrevido.

De nada adiantou implorar, protestar ou chorar. O Sapo despencou numa "queda livre" e veio se esborrachar cá embaixo, numa pedra. O Urubu, chegando logo em seguida, ainda fez gozação:

- Ué, compadre! Já chegou? Veio rápido, hein?!

Claro que não teve resposta, pois havia pedaço de sapo para todo lado.

O Urubu que, afinal, tinha bom coração, voou para casa, pegou agulha e linha e, recolhendo os pedaços do Sapo, costurou-o todo direitinho.

"Acordando", o Sapo saiu aos pulos, sem nem agradecer o favor. Festa no céu, nunca mais!

É por isso que até hoje o sapo tem o corpo achatado e todo remendado.


Fantoche:  A tartaruga e a lebre
Fábula: A  Lebre e a Tartaruga
 Um dia a Lebre encontrou a Tartaruga e ridicularizou o seu passo lento e miudinho.
- Muito bem - respondeu a Tartaruga sorrindo. – Apesar de seres tão veloz como o vento, vou ganhar-te numa corrida.
A Lebre, pensando que tal era impossível, aceitou o desafio. Resolveram entre elas que a raposa escolheria o percurso e seria o árbitro da corrida. No dia combinado, encontraram-se e partiram juntas.
A Tartaruga começou a andar no seu passo lento e miudinho, nunca parando pelo caminho, direto até à meta.
A Lebre largou veloz, mas algum tempo depois deitou-se à beira do caminho e adormeceu. Quando acordou, recomeçou a correr o mais rapidamente que pode. Mas já era tarde... Quando chegou à meta, verificou que a Tartaruga tinha ganho a aposta e que já estava a descansar confortavelmente.

Moral da história:
Devagar mas com persistência completará todas as tarefas.


 Atividade  com sucata: Tartaruga  feita com garrafa pet para  o conto "Festa no céu "e "A lebre e a Tartaruga"

domingo, 2 de setembro de 2012

Sugestões para hora do conto: "Um amor de confusão, Rato meu querido rato, O reino das borboletas brancas".

Tapete:  Um amor de  confusão
História: Um Amor de Confusão
(Dulce Rangel)

Dona Galinha um ovo botou. Mas, quando foi passear, outros dois ovos no caminho ela encontrou.
Um ovo mais dois ovos com três ovos ela ficou. Dona Galinha os três ovos em seu ninho colocou. Mas, quando foi passear, outros dois ovos no caminho ela encontrou.
Três ovos mais dois ovos com cinco ovos ficou. Dona Galinha os cinco ovos em seu ninho colocou. Mas, quando foi passear, mais três ovinhos no caminho ela encontrou.
Cinco ovos mais três ovos com oito ovos ela ficou. Dona Galinha os oito ovos em seu ninho arrumou. Mas, quando foi passear, mais um ovo ela achou.
Oito ovos mais um ovo com nove ovos ela ficou. Dona Galinha os nove ovos em seu ninho ajeitou. Mas quando foi passear um ovo enorme ela encontrou.
 
Nove ovos mais um ovo com dez ovos ela acabou.
 
E, com paciência e carinho os dez ovos ela chocou.
Mas, que surpresa não foi o dia em que os ovos se abriram. Vocês nem podem imaginar os bichos que da casca saíram.
Nasceu ganso, pato, marreco e tartaruga. Apareceu codorna, pintinho e até um jacaré.
Agora eu só quero ver a confusão que vai ser na hora que essa turma sair pra comer. Có!???




Avental:  Rato   meu querido rato
Vamo lá!!!
Todo rato tem rabo longo
Todo rato tem faro esperto
Todo rato curte escuro, lambe restos
Todo rato deixa rastro
Todo rato trai e mente
Todo rato assusta a gente
Todo rato anda em bando
São os ratos, são os ratos, são os ratos
Bem malandros...
Mas sempre tem um que é diferente
Tem sempre um que até surpreende a gente
Esse rato que aqui se mostra
É um rato que a gente gosta
É um rato que ao invés de catar
Lasquinhas de queijo e comer na rua
Prefere mil vezes um beijo
Um beijo brilhante da lua
Lua minguante Lua crescente
Declaro ser o seu mais lindo amante
Com você eu quero me casar
Fazer da noite escura
O nosso altar...
Rato meu querido rato
Eu não sou assim de fino trato
Pra selar esse contrato
Minha luz é passageira
Fico sempre por um triz
Mesmo quando estou inteira
Vem a nuvem me cobrir
Ela sim nuvem faceira
É que lhe fará feliz
Nuvem redonda que cobre o luar
Declaro ser o seu mais lindo amante
Com você eu quero me casar
Fazer do céu imenso o nosso altar...
Rato meu querido rato
Eu não sou assim de fino trato
Pra selar esse contrato
Minha sombra é tão nublada
Fico sempre por um triz
Mesmo quando estou parada
Vem a brisa a me diluir
Ela sim brisa danada
É que lhe fará feliz
Brisa macia
Que destrói a nuvem que cobre o luar
Declaro ser o seu mais lindo amante
E com você eu quero me casar
Fazer do vento nosso altar...
Rato meu querido rato
Eu não sou assim de fino trato
Pra selar esse contrato
Mesmo quando sopro forte
Vem a parede a me barrar
Só a parede de uma casa
Não deixa a brisa passar
Ela sim dura parede
É que aprenderá te amar
Parede parada
Que para a brisa que destrói a nuvem
Que cobre o luar
Declaro ser o seu mais lindo amante
E com você eu quero me casar
Fazer da terra o nosso altar...
Rato meu querido rato
Eu não sou assim de fino trato
Pra selar esse contrato
Meus tijolos são de barro
Mas não é difícil me esburacar
Mesmo sendo bem segura
Vem a ratinha me cavoucar
Só a ratinha bem dentuça
Saberá como te amar
Ratinha dentuça
Que cavouca a parede que barra a brisa
Destrói a nuvem que cobre o luar
Declaro ser o seu mais lindo amante
E com você eu quero me casar
Fazer da natureza o nosso altar...
Rato meu querido rato
Eu que sou assim de fino trato
Pra selar esse contrato
O meu faro é tão certeiro
Com você vou ser feliz
Mesmo não sendo perfeita
Eu sou a ratinha eleita
Fico toda aqui sem jeito
esperando um grande queijo...
OPS!!!
esperando um grande beijo...
Toda rata tem rabo longo
Toda rata tem faro esperto
Toda rata curte escuro, lambe restos
Toda rata deixa rastro
Toda rata trai e mente
Toda rata assusta a gente
Toda rata anda em bando
São as ratas, são as ratas, são as ratas
Bem malandras
(http://www.youtube.com/watch?v=piu12_ESfzE)


tapete: O reino das borboletas brancas

O REINO DAS BORBOLETAS BRANCAS

NO MUNDO DA FANTASIA EXISTE  UM REINO MUITO INTERESSANTE, “O REINO DAS BORBOLETAS BRANCAS”. UM REINO BONITO, CHEIO  DE  FLORES, ÁRVORES , RIACHO, NATUREZA.... TUDO  MUITO LINDO! MAS LÁ TUDO ERA MUITO BRANCO!!!!  E  O  QUE NÃO ERA  BRANCO, FICA   NUM   CANTINHO.
NINGUÉM LEMBRAVA DO VERMELHO, DO ROSA, DO AMARELO, DO LARANJA, DO AZUL... SÓ DO QUE ERA  BRANCO!!
LÁ NO REINO DAS BORBOLETAS BRANCAS, AS BORBOLETAS SÓ BEIJAVAM AS FLORES BRANCAS.
-HUMMMM! QUE DELÍCIA! QUE BELEZA! HUMMM!
UM DIA NASCEU UMA LINDA BORBOLETINHA. ELA APRENDEU A VOAR E CHAMOU A ATENÇÃO DE TODOS NO REINO.
- OLHA A BORBOLETINHA! QUE LINDA! TODA BRANQUINHA, BRANQUINHA!
AO DAR O PRIMEIRO PASSEIO  ELA SE ENCANTOU  COM AS OUTRAS BORBOLETAS.
- OH! COMO SÃO LINDAS! MAS ELAS SÓ VÃO BEIJAR AS FLORES BRANCAS!? SERÁ QUE ELAS NÃO PERCEBEM A BELEZA DO VERMELHO, A BELEZA DO ROSA, A BELEZA DO AMARELO, DO LARANJA E  O AZUUUULLLL COMO É LINDO!!!
- POR QUE SERÁ QUE ELAS SÓ BEIJAM AS FLORES BRANCAS?!
- NOSSA! ELAS SÃO TÃO DIFERENTES! HUMMMM! E TEM UM PERFUME DIFERENTE! E ESSA   AQUI!!  HUMMMM! E ESSA AZUL! HUMMM! SINTAM O PERFUME DA FLOR AZUL!!! HUMMMM! QUE CHEIRINHO  GOSTOSO!!!! NOSSA QUE PERFUME! EU NUNCA VI FLORES TÃO LINDAS!
E COMO  AS FLORES NUNCA TINHAM GANHADO BEIJINHOS DE NINGUÉM, ELA SOLTARAM  UM PERFUME TÃO BOM  E UMAS GOTINHAS DE ORVALHO. AS GOTINHAS  DE ORVALHO FORAM ESCORREGANDO , ESCORREGANDO, ESCORREGANDO  NA BORBOLETINHA, AGRADECENDO OS BEIJINHOS E O CARINHO  .
- NOSSA ! ERA  O BEIJINHO MAIS GOSTOSO DAS FLORZINHAS!
SABEM O QUE ACONTECEU?!
 -  OOOOOOHHHH!  - BORBOLETINHA  FICOU ”AZUL”.
- NOSSA COMO EU ESTOU LINDA!!  - FALOU A BORBOLETINHA.
QUANDO A BORBOLETINHA VOLTOU PARA CASA AS OUTRAS BORBOLETAS VIRAM ELA NA COR AZUL, FALARAM:
- NOSSA! UMA BORBOLETA AZUL! – AS BORBOLETAS FALARAM .
ACHARAM ELA BONITA E PERGUNTARAM COMO ELA FICOU ASSIM. A BORBOLETINHA  FALOU QUE BEIJOU AS FLORES  AZUIS E AS COLORIDAS.
ENTÃO AS BORBOLETAS  BRANCAS TAMBÉM  FORAM CONHECER OUTRAS FLORES E ASSIM FORAM FICANDO COLORIDAS. LINDAS  COM PINTINHAS   LARANJAS, VERMELHAS....E FORAM NASCENDO OUTRAS  BORBOLETAS COM PINTINHAS COLORIDAS.
O REINO DAS BORBOLETAS BRANCAS AGORA ESTA MAIS COLORIDO E AS BORBOLETAS MAIS FELIZES. AGORA É O “ REINO DAS BORBOLETAS COLORIDAS!”


Autora: MARLI ASSUNÇÃO GOMES PEREIRA
Editora: Paulinas
Coleção : Fazendo   historia
 

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