quarta-feira, 30 de maio de 2012

Sugestão para conto : Tudo por um pacote de amendoim



 Tudo por um pacote de amendoim
Autoras:  Gladis  Maria Ferrão Barcelos  e Carolina Manfro de Oliveira

Era uma vez dois irmãos: um chamado  João e o outro Juarez.
A mãe deu para cada  um deles  um pacote de amendoim.
Juarez adorava amendoim, ainda  mais assim, de um jeito que só a mãe  sabia fazer, torrado e caramelado. Uma delícia!
Juarez comeu ligeirinho todo o seu amendoim e, sem  mais nem menos, pegou o amendoim do João.
João ficou  triste e pediu :
- Juarez , me dá  o meu amendoim!
 - Eu não – respondeu o  irmão. – Adoro amendoim!
João,  então, chamou o  seu amigo de todas as horas, que estava  por ali...
- Cachorro, morde o Juarez ,que não  quer devolver o meu pacote de amendoim!
-Eu não – disse o cão-, o Juarez  é meu amigo também!
João, então ,  pediu à  vassoura,  que estava  escondida  atrás da porta:
- Vassoura, bate no cachorro, que não quer morder o Juarez , que não quer devolver  o meu  pacote de amendoim!
- Eu não – disse a vassoura - , acabei de  fazer faxina ,estou cansada!
João , então , procurou  pelo fogo, ali  no fogão e foi logo  pedindo:
-Fogo, queima a vassoura, que não quer bater no cachorro, que não quer morder o Juarez , que não quer devolver o meu pacote de amendoim!
- Bem que  eu gostaria –disse o fogo -, mas não posso. Estou  muito  ocupado.
João saiu dali   aborrecido e foi conversar com a  água de um laguinho azul que havia ali  perto.
- Água, apaga o fogo que não quer queimar a vassoura, que não quer bater no cachorro, que não quer morder o Juarez , que não quer devolver  o meu pacote de  amendoim!
- Ora, não posso parar meu trabalho – disse a água.
Sem perder  a esperança de conseguir seu amendoim de volta, João  foi procurar o boi, que andava por ali, pastando.
- Boi, bebe a água, que não quer apagar o fogo, que  não quer queimar a vassoura, que não quer bater no cachorro, que não quer morder o Juarez , que não quer devolver   o meu  pacote de amendoim!
- Realmente não posso -  disse o boi- , estou  muito ocupado comendo meu capim fresquinho!
João estava quase desistindo de recuperar seu amendoim, quando encontrou  um laço de couro, recém trançado. Já foi logo falando:
- Laço, laça o boi, que não  quer beber a água, que não quer apagar o fogo, que não quer queimar a vassoura, que não quer bater no cachorro, que não quer morder o Juarez, que não  devolver  o meu pacote de amendoim!
-Ora – disse o laço- , você não  vê  que  acabei  de ficar pronto? Quero  conhecer as redondezas. Outro dia, quem  sabe?...
João continuou pensando: quem poderia  ajuda-lo a recuperar seu amendoim? Então, bem perto do laço, ele  enxergou um rato bem robusto , um ratão.
João logo foi pedindo:
- Ratão, rói o laço, que não quer laçar o boi, que não  quer beber a água, que não quer apagar o fogo, que não quer queimar a vassoura, que não quer bater no cachorro, que não quer morder o Juarez, que não  devolver  o meu pacote de amendoim!
- Que pena amigo! Hoje estou com dor de dente – disse o rato que já  foi saindo pro entre as plantas.
Estava mesmo difícil a tarefa de João para recuperar seu amendoim.
Ele já não sabia  a quem  recorrer quando apareceu o gato. João foi  logo pedindo:
- Gato,  pega o rato, que não quer  roer o laço, que não quer laçar o boi, que não  quer beber a água, que não quer apagar o fogo, que não quer queimar a vassoura, que não quer bater no cachorro, que não quer morder o Juarez, que não  devolver  o meu pacote de amendoim!
João  estava quase chorando. Mesmo assim, o gato disse:
- Não  me aborreça! Não  vê que estou  lavando meu lindo pelo?
E o gato continuou  a lamber seu lindo pelo .
João, cansado, já ia  desistindo do seu amendoim quando avistou  um homem que vinha chegando  de seu trabalho.
Não teve dúvidas, pediu  ajuda  ao homem, explicando toda a história:
- Homem, pega o gato, porque ele não per pegar o rato, que não quer roer o laço, que não quer laçar o boi, que não  quer beber a água, que não quer apagar o fogo, que não quer queimar a vassoura, que não quer bater no cachorro, que não quer morder o Juarez, que não  devolver  o meu pacote de amendoim!
O homem , ouvindo aquela história comprida, ficou olhando para o menino, sem responder, pensando numa maneira de ajudá-lo.
O gato, que  estava ali perto, observando que  o homem havia parado para pensar, foi  tratando de salvar uma das suas  “sete vidas” , dizendo:
 - Antes que o homem me pegue, eu vou  atrás daquele rato.
E saiu à procura do rato.
Quando  o rato viu o gato se aproximando, pensou  logo:
- Antes que  o gato me alcance, eu vou  roer aquele laço. E lá se foi, por entre as plantas, à procura do laço.
O laço estava atento. Quando viu o rato vindo em sua direção , entrou  logo em ação , dizendo:
- Antes que  o  rato me roa, eu laço o boi.
O boi  pastava tranquilamente no campo, quando  viu o laço  correndo em sua direção. Tratou de fugir , enquanto  tomava uma séria  decisão:
- Antes  que o laço me enlace, eu bebo aquela água!
Quando  a água percebeu  as intenções  do boi, jogou-se  em direção  ao fogo dizendo:
- Antes   que o boi  me beba, eu apago  o fogo!
O fogo, que  exibia  suas labaredas amarelas e vermelhas, ficou  branco de medo da água que se  aproximava e disse:
- Antes  que a água me apague, eu  queimo aquela vassoura!
As labaredas do fogo estavam  quase pegando a vassoura, quando ela deu  um pulo e disse:
- Eu não! Antes  que o fogo me  queime, eu bato neste cachorro! E já  ia caindo  nas costas do cão , quando  este gritou:
- Au ! Au! Au! Antes  que a vassoura me bata, eu mordo o Juarez.
 Juarez, que  estava por ali. Como quem não queria  nada, quando   viu o cachorro se aproximando com a cara  de poucos amigos,  pensou  logo:
“Antes que  você me morda, amigão, eu devolvo  o amendoim  do João.”
- João! João! Olha aqui, pega  teu pacote de amendoim!

fim


domingo, 27 de maio de 2012

Sugestão: dados gigantes para trabalhar adição, subtração, dezenas e unidades.


Dados gigantes para trabalhar "adição, subtração, dezenas e unidades."



quinta-feira, 24 de maio de 2012

Sugestão para hora do conto: "A Arara cantora"


A Arara Cantora

de Sônia Junqueira

Aurora é uma arara. Ela vive na floresta. Aurora vive contente. Ela voa no meio das flores, brinca nos galhos das árvoes, come frutinhas gostosas!
Aurora é tão feliz, que vive cantarolando por ai: - Arara, Arara, Arara... Um dia Aurora resolveu! -Vou ser cantora! Aurora então, parou de voar, parou de brincar, comia só um pouquinho, começou a ensaiar... e não parava mais de cantar! - Arara, Arara, Arara! Aurora cantava grosso: - ARARA, ARARA, ARARA... Aurora cantava fininho: - araaaara, araaara, araaaaara Aurora cantava abaixo de sol.
Aurora cantava a noite toda.... Até na chuva Aurora cantava: -Arara, Arara, Arara! Os animais da floresta já não aguentavam mais a cantoria, estavam nervosos, não sabiam o que fazer para Aurora sossegar!

Passou o dia, a noite, a chuva...e outro dia e outra noite quando ao amanhecer, Aurora bateu sua lindas asas coloridas e pensou, vou cantar, mas a surpresa foi enorme... Quando Aurora abriu o bico, saiu um som esquisito! - Orronco, orronco, orronco! Nossa! Aurora de tanto cantar ficou rouca! A bicharada ficou contente, e cantou alegremente: - A Aurora cantou tanto! A turma quase ficou louca! Mas agora, que coisa boa... A Aurora ficou ROUCA! E a partir daquele dia a floresta voltou a ter a tranquilidade de sempre!


Fantoche da Arara feito com TNT

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Sugestão para hora do conto: "O rei de quase tudo"


O Rei de Quase-Tudo


O Rei de Quase-Tudo tinha quase tudo. Tinha terras, exércitos e tinha muito ouro.
Mas o rei não estava satisfeito com o quase tudo.
Ele queria TUDO.
Queria todas as terras, queria todos os exércitos, e todo o ouro que ainda houvesse.
Assim... mandou os seus soldados à procura de TUDO.
E mais terras foram conquistadas... Outros exércitos foram dominados...
Nos seus cofres já não cabia tanto ouro. Mas o rei ainda não tinha TUDO.
Continuava o Rei de Quase-Tudo.
Por isso ele quis mais. Quis as flores, os frutos e os pássaros.
Quis as estrelas e quis o Sol.
Flores, frutos e pássaros lhe foram trazidos.
Estrelas foram aprisionadas e o Sol perdeu a liberdade.
Mas o rei ainda não tinha TUDO.
Porque tendo as flores, não lhes podia prender a beleza e o perfume.
Tendo os frutos, não lhes podia prender o sabor.
Tendo os pássaros, não lhes podia prender o cantar.
Tendo as estrelas, não lhes podia prender o brilho.
E tendo o Sol, não lhe podia prender a luz.
O Rei ainda era o Rei de Quase-Tudo. E ficou triste.
Na sua tristeza saiu a caminhar pelos seus reinos.
Mas os reinos eram agora muito feios.
As flores e os frutos tinham sido colhidos.
A noite não tinha estrelas e o dia não tinha Sol.
E triste como ele, eram os seus súbditos.
Então o Rei de Quase-Tudo não quis mais nada.
Mandou que devolvessem as flores aos campos e que entregassem as terras conquistadas.
Mandou que plantassem árvores para que dessem frutos e que soltassem os pássaros.
Mandou que distribuissem as estrelas pelo céu e que libertassem o Sol.
E o Rei ficou feliz.
Na sua imensa alegria sentiu a paz. E sentindo paz, o rei viu que não era mais o Rei de Quase-Tudo.
Ele agora tinha TUDO.
Eliardo França




Sugestão para atividade depois do conto : confeccionar com as crianças  uma coroa  .     



sábado, 5 de maio de 2012

Sugestão para "Dia das Mães"


Faça uma cesta como esta para presentear a mamãe.
Uma dica , você pode usar toalhinhas depois é só colocar dentro de uma tigela bem bonita e alguns utensílios de cozinha ou utensílios pessoais.

http://cantinhoalternativo.blogspot.com.br/

Sugestões da revista Educação Infantil guia da professora - editora Ediba

Sugestões  para lembrancinhas do "dia das Mães"

Mini vaso - feito com lata de conserva ( patê, ervilhas ou atum) com pregadores ao redor.


 Porta chás- fazer uma coroa de cartão, colar a seu  redor pregadores de madeira pintados, prender vários envelopes de chá  e colocar um cordão para pendurar.



Sugestões de painéis  expositores  para colocar os trabalhos, as pinturas, os cartazes ou os recortes feitos pelos alunos: cabides com fitas do comprimento desejado  e bonecos com pernas  feitas de cordão.



 Sugestões da revista Educação Infantil  guia da professora- Editora Ediba- mês de maio- número 69

 

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